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“Burocracia sem mulher fica pela metade”: percursos institucionais de luta por direitos no Brasil pós-redemocratização

dc.contributor.authorBelançon, Milena Cristina
dc.date.accessioned2026-01-27T22:10:21Z
dc.date.available2026-01-27T22:10:21Z
dc.date.issued2026-01
dc.description.abstractO ativismo institucional, repertório de ação política caracterizado pela atuação de militantes de movimentos sociais na burocracia estatal, foi adotado por diversos movimentos sociais no Brasil, principalmente a partir da redemocratização do país, como forma de concretização de demandas. Entre estes, parcelas de movimentos feministas também passaram a buscar vias de luta por direitos para além das instâncias tradicionais de representação e dos repertórios característicos da ação direta. Partindo da premissa que a presença de mulheres na estrutura burocrática do Estado é importante para a representatividade de gênero na administração pública, neste artigo, a partir de revisão bibliográfica, destaco resultados e momentos importantes do processo de institucionalização das demandas “de mulheres” no Brasil. Para tanto, recuperamos as teóricas feministas, principalmente aquelas que teorizaram sobre o “Feminismo de Estado”, e os estudos sobre movimentos sociais, para captar uma tentativa de linha do tempo na atuação dessas mulheres e em suas conquistas institucionais nos diferentes momentos da relação entre o Estado e movimentos sociais. Nesse sentido, destacam-se como resultados o levantamento de fatores fundamentais para o sucesso dessa incursão ao Estado, sendo eles o direcionamento político dos governos, com ênfase à esfera nacional, e as estratégias de acesso criadas pelas mulheres.pt_BR
dc.description.classificationÉtica, Cidadania e Diversidadept_BR
dc.description.classificationGestão Públicapt_BR
dc.description.classificationPolíticas Públicaspt_BR
dc.description.physicalRevista do Serviço Público - RSP, v. 76, n. c (2026) Edição especial, p 102-124pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.enap.gov.br/handle/1/9495
dc.language.isoIdioma::Português:portuguese:ptpt_BR
dc.location.countryPaís::BR:Brasilpt_BR
dc.publisherEscola Nacional de Administração Pública (Enap)pt_BR
dc.rights.holderEscola Nacional de Administração Pública (Enap)pt_BR
dc.rights.licenseTermo::Licença Padrão ENAP: É permitida a reprodução e a exibição para uso educacional ou informativo, desde que respeitado o crédito ao autor original e citada a fonte (http://www.enap.gov.br). Permitida a inclusão da obra em Repositórios ou Portais de Acesso Aberto, desde que fique claro para os usuários esses “termos de uso” e quem é o detentor dos direitos autorais, a Escola Nacional de Administração Pública (ENAP). Proibido o uso comercial. Permitida a criação de obras derivadas, desde que respeitado o crédito ao autor original. Essa licença é compatível com a Licença Creative Commons (by-nc-sa).pt_BR
dc.sourcehttps://revista.enap.gov.br/index.php/RSP/article/view/11000/7251pt_BR
dc.subjectfeminismo de estadopt_BR
dc.subjectburocraciapt_BR
dc.subjectigualdade de gêneropt_BR
dc.subjectativismo institucionalpt_BR
dc.subjectcontexto políticopt_BR
dc.subject.ods05. Igualdade de gênero - Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas.pt_BR
dc.title“Burocracia sem mulher fica pela metade”: percursos institucionais de luta por direitos no Brasil pós-redemocratizaçãopt_BR
dc.typeArtigopt_BR

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