Agrotóxicos, genética e reprodução humana
Carregando...
Data
Autores
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Fundação Centro de Formação do Servidor Público (FUNCEP)
Resumo
Antes de mais nada, é preciso esclarecer que
a contaminação dos alimentos por agrotóxicos representa
um risco, não uma condenação inapelável.
O organismo, em regra, tem excelentes defesas contra
mutagênicos, que irão afetar uma minoria de pessoas,
entretanto, ninguém sabe se pertence a um
desses grupos de alto risco. No caso da talidomida,
por exemplo, onde os riscos eram máximos, calculase
que 25% das mulheres que ingeriram o medicamento
teratogênico na época crítica, apenas tiveram
os seus filhos afetados pela droga. Pode-se aumentar
as defesas, diminuindo os riscos, comendo pouca
carne e gorduras animais, comendo vegetais, frutas
e hortaliças ricos em vitamina C, caroteno, vitamina
E, clorofila e, sobretudo, mastigando metodicamente
os alimentos. A saliva é um bom antimutagemco.
Em um terreno mais amplo, os defensivos perigosos,
já proibidos em outros países, devem ser excluídos
do uso no Brasil. Na prática agrícola moderna,
há alternativas eficazes, consumindo pouco e, freqüentemente,
nenhum agrotóxico, pela utilização de
defensivos autênticos, biológicos, inofensivos ao
meio ambiente e ao homem pelo chamado controle
integrado de pragas.