Entrar

Taxi Gov: mobilidade de Servidores no Governo Federal

Carregando...
Imagem de Miniatura

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Escola Nacional de Administração Pública (Enap)

Resumo

Atualmente, os governos lidam com o complexo desafio de conciliar as crescentes restrições fiscais com a demanda cada vez mais exigente dos cidadãos por um melhor desempenho dos serviços públicos, havendo grande pressão pela melhoria contínua da performance do setor público e, ao mesmo tempo, uma tentativa de impedir o crescimento da despesa pública. Ao analisar o que as compras públicas representam no total dos gastos do governo brasileiro, o desenvolvimento de ações para repensar os modelos de contratação, já instituídos, foi essencial. Esse papel de repensar, reavaliar, inovar e incorporar melhorias nas contratações de bens e serviços, de uso comum, compete à Central de Compras (Central). Nesse sentido, o MPDG iniciou a implantação de um modelo de serviços compartilhados para o governo federal em que um único provedor (uma unidade governamental) entrega a seus clientes (outros órgãos públicos) serviços de natureza comum, de forma consistente e padronizada, em grandes volumes. Para inaugurar essa nova forma de organização, foi selecionado o serviço de transporte administrativo de servidores e colaboradores do Poder Executivo federal no âmbito do Distrito Federal e entorno. Para atendimento da necessidade de deslocamento de servidores não existia um padrão de serviço entre os órgãos da Administração Pública Federal (APF). Restou claro que a frota própria era um modelo frequente o qual gerava um alto grau de imobilização de recursos e elevado esforço de gestão, envolvendo manutenção dos veículos, reposição de peças, organização de garagens, administração de seguros e procedimentos de desfazimento. Considerando um contexto em que o mercado provê aplicativos e sistemas que facilitam a solicitação de veículos e o monitoramento da utilização do serviço, desenvolvemos o projeto TáxiGov, que substitui os modelos de carros alugados e próprios por táxis, pagando-se apenas pela efetiva utilização. Atualmente, a implantação está em 85% dos órgãos da APF Direta com uma redução de aproximadamente 60% nos gastos em relação aos modelos anteriores (R$ 3 milhões.

Descrição

Citação

Avaliação

Revisão

Suplementado Por

Referenciado Por