Os Incentivos fiscais à previdência complementar no Brasil: uma avaliação do regime diferenciado de tributação sobre a renda da pessoa física
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Escola Nacional de Administração Pública (Enap)
Resumo
O regime de previdência complementar é de interesse público e, em função disso, é
estimulado por meio de desonerações fiscais. Porém, esses incentivos são alcançados por um grupo
muito específico de trabalhadores, limitando a difusão desse regime e a formação de uma poupança
nacional de longo prazo. Nesse contexto, o objetivo deste trabalho é estudar como são aplicados
esses incentivos fiscais no Brasil. Parte-se de um panorama do mercado de previdência privada
brasileiro, seus grandes números e o perfil dos participantes deste regime. Aborda-se a sistemática
de tributação da renda da pessoa física em relação aos valores destinados a planos de benefícios.
Identifica-se o público-alvo do atual arranjo de incentivos à previdência privada. Abordam-se as
dificuldades desses incentivos em afetar o comportamento dos trabalhadores de menor renda.
Abordam-se as diretrizes da OCDE para a formulação de políticas públicas de fomento a esse setor
e discute-se como aprimorar esse arranjo de modo a torná-lo socialmente mais justo do ponto de
vista distributivo.
O regime de previdência complementar é de interesse público e, em função disso, é estimulado por meio de desonerações fiscais. Porém, esses incentivos são alcançados por um grupo muito específico de trabalhadores, limitando a difusão desse regime e a formação de uma poupança nacional de longo prazo. Nesse contexto, o objetivo deste trabalho é estudar como são aplicados esses incentivos fiscais no Brasil. Parte-se de um panorama do mercado de previdência privada brasileiro, seus grandes números e o perfil dos participantes deste regime. Aborda-se a sistemática de tributação da renda da pessoa física em relação aos valores destinados a planos de benefícios. Identifica-se o público-alvo do atual arranjo de incentivos à previdência privada. Abordam-se as dificuldades desses incentivos em afetar o comportamento dos trabalhadores de menor renda. Abordam-se as diretrizes da OCDE para a formulação de políticas públicas de fomento a esse setor e discute-se como aprimorar esse arranjo de modo a torná-lo socialmente mais justo do ponto de vista distributivo.
O regime de previdência complementar é de interesse público e, em função disso, é estimulado por meio de desonerações fiscais. Porém, esses incentivos são alcançados por um grupo muito específico de trabalhadores, limitando a difusão desse regime e a formação de uma poupança nacional de longo prazo. Nesse contexto, o objetivo deste trabalho é estudar como são aplicados esses incentivos fiscais no Brasil. Parte-se de um panorama do mercado de previdência privada brasileiro, seus grandes números e o perfil dos participantes deste regime. Aborda-se a sistemática de tributação da renda da pessoa física em relação aos valores destinados a planos de benefícios. Identifica-se o público-alvo do atual arranjo de incentivos à previdência privada. Abordam-se as dificuldades desses incentivos em afetar o comportamento dos trabalhadores de menor renda. Abordam-se as diretrizes da OCDE para a formulação de políticas públicas de fomento a esse setor e discute-se como aprimorar esse arranjo de modo a torná-lo socialmente mais justo do ponto de vista distributivo.