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Reposição florestal no estado de São Paulo

Resumo

A atividade de reposição florestal era prejudicada pelo fato de que o Estado, através do Ibama —órgão encarregado do recolhimento — mostrava-se ineficiente na administração dos recursos arrecadados dos pequenos e médios consumidores, que eram aplicados em fins diferentes do previsto, não se revertendo em árvores plantadas. A fim de resolver o problema, foi criado o Programa de Reposição (recuperação) Florestal do Estado de São Paulo, que reconheceu e incentivou a formação e legalização de Associações de Reposição (recuperação) Florestal. O programa viabilizou a efetiva implementação da política estabelecida através da legislação. Com isto, houve significativo crescimento do reflorestamento no Estado de São Paulo que, com 5.013 projetos logrou plantar quase 33 milhões de árvores em cerca de 13.500 hectares. Redução do custo da madeira pelo barateamento do frete, devido à localização dos plantios próximos dos centros consumidores. Redução da pressão sobre os remanescentes florestais nativos. Recuperação e preservação do meio ambiente nativo, com o plantio de essências nativas na proporção de 1 a 5% do total das árvores arrecadadas

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