A Filosofia Trabalhista da Revolução de Março

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Publisher

Escola Nacional de Administração Pública (ENAP)

Source

Country

País::BR:Brasil

Type

Artigo

Physical description

Número padronizado: v. 38 n. 3 (1970)Revista do Serviço Público, v.105, n.3, p. 19-48

Rights holder

Escola Nacional de Administração Pública (ENAP)

Abstract

No seu longo e tortuoso itinerário, desde as origens marcadas pela influência fascista da “ Carta dei Lavoro” até a tentativa da implantação do arremedo “ Justicialista” , o trabalhismo brasileiro, em verdade, não teve uma definição ideológica. Exceto Pela atuação dos ativistas marxistas, que sempre lhe disputaram o poder, para usar os sindicatos como instrumentos de sua luta de classes, o movimento trabalhista brasileiro viveu apenas o estágio da política de clientela. Os governos pseudo trabalhistas, ou ávidos de popularidade, calculadamente distribuíam favores, individuais ou grupais, como forma de se assegurarem o apoio das cúpulas corrompidas e corruptoras e, através delas, obterem a simpatia da massa operária.

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SDG subject

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ISSN eletrônico: 2357-8017ISSN impresso: 0034-9240

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