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Menção honrosa 2: Rastreamento do transtorno do jogo: um panorama sobre os apostadores esportivos brasileiros

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3º Prêmio Secap de Loterias - 2019

Resumo

Este trabalho é uma pesquisa científica quantitativa transversal, de caráter observacional descritivo a respeito da prevalência do provável diagnóstico de transtorno do jogo nos apostadores esportivos brasileiros. Foi aplicado, em uma amostra de 182 apostadores esportivos, durante o período de 27 dias, por meio de questionário online, contendo 28 perguntas de múltipla escolha construído a partir da escala South Oaks Gambling Screem – SOGS, adaptada à população brasileira (OLIVEIRA, 2006) e readaptado agora para apostadores esportivos, em todo o território nacional. Desta forma, 57,1% foi a prevalência encontrada de prováveis apostadores com transtorno do jogo entre os apostadores esportivos, média maior que os 44,3% da literatura para apostadores em esportes. Os apostadores sociais foram 25,2% e apostadores problema 17,5% da amostra. A maior parte dos apostadores esportivos é do sexo masculino, idade média 28,4 anos, ativos no mercado de trabalho e com ensino superior completo ou cursando. A maioria dos participantes são apostadores aprendizes e recreativos, não foi possível diferenciar um apostador recreativo de um profissional quanto à prevalência de transtorno do jogo.

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