A força propulsora do diálogo social
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Editor
Revista do Serviço Público (RSP)Escola Nacional de Administração Pública (ENAP)
País
País::BR:Brasil
Tipo
Artigo
Descrição física
Revista do Serviço Público - RSP, v. 58, n. 2, p. 253-258
Data
Detentor dos direitos
Escola Nacional de Administração Pública (ENAP)
Classificação
Resumo
Lideranças sindicais, empresariais,
sociais, além de intelectuais, acadêmicos e
representantes de variados setores, têm
trabalhado desde 2003 em uma proposta
inovadora: pensar o Brasil que se deseja e,
a partir daí, apresentar ao presidente da
República indicações do rumo para tornar
o País socialmente justo e economicamente
sustentável. Essa é a tarefa do Conselho de Desenvolvimento
Econômico e Social (CDES),
composto por 90 pessoas da sociedade civil
e 13 ministros, que se constitui em espaço
de diálogo no qual a diversidade dos atores
sociais, mais do que revelar a heterogeneidade
da população de um país
continental, possibilita ampliar os pontos de
vista e os argumentos sobre temas da
agenda nacional, enriquecendo o debate e
qualificando as sugestões para um projeto
de desenvolvimento de longo prazo. Com o surgimento do CDES, a
discussão de grandes temas deixou de ser
uma conversa de pequenos grupos, com
acesso ao presidente, para ser um exercício
pleno de representação dos diversos
grupos, a maior parte dos quais não tinha
canal para seus pleitos e demandas ao
governo. “Não há mais vanguarda.
O acesso e o fluxo de informação
tornaram-se produtos de todos. Acabou
a demanda de balcão, a visão tradicional de um Conselho, que cooptava as pessoas
para a defesa de determinadas idéias. Agora
o diálogo é sem rupturas. É um modo
de trazer governança, criar consenso,
estabelecer espaço de convergência”, diz a
responsável pela Secretaria do Conselho
de Desenvolvimento Econômico e Social
(Sedes), Esther Bemerguy Albuquerque.
Descrição educacional
Contexto educacional
Tema ODS
Descrição adicional
ISSN Impresso: 0034-9240ISSN Eletrônico: 2357-8017Texto publicado na seção Reportagem.
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